The Kiss (1886) by Auguste Rodin (1840-1917)Mais um ano.
Não. Seria injusto dizer que este foi mais um ano.
Mais do que qualquer outro ano, esse foi ano em que redescobri o amor, que pude sentir na boca o gosto da felicidade, a alegria de pequenos gestos, a dimensão do dividir.
Não importa quantos possam ler o que escrevo hoje, afinal, o que escrevo é para você. Procuro palavras para descrever a sensação que percorre minhas veias, palpita meu coração e me deixa com um sorriso no rosto. A cada segundo que passa, quero mais ardentemente te ter ao meu lado, não importando os percalços que a vida possa infringir. Quero percorrer ao teu lado esses milhares de quilômetros e deixar para trás o passado. Guardar as coisas boas (e as ruins) por que passei, sabendo que a somatória delas me fez o que sou.
Quando revejo o passado, penso no quanto te procurei. Em outros corpos, em outras bocas, em noites insones, nos dias de chuva. E ao te ouvir, dizendo o que sempre esperei, senti. Senti novamente o que nem esperava mais existir dentro de mim.
Quero poder dançar com você em nossa nova casa, tropeçando em caixas entreabertas, te amar em nossa cama imaculada e poder brindar a toda essa felicidade.
Enquanto escrevo, despeço-me do que houve, das antigas lembranças de tempos idos. E reservo hoje, e sempre, meu coração para ti.
Haveria no mundo pessoas tão felizes quanto nós?
Feliz próximo ano a nós e a todos!
Não. Seria injusto dizer que este foi mais um ano.
Mais do que qualquer outro ano, esse foi ano em que redescobri o amor, que pude sentir na boca o gosto da felicidade, a alegria de pequenos gestos, a dimensão do dividir.
Não importa quantos possam ler o que escrevo hoje, afinal, o que escrevo é para você. Procuro palavras para descrever a sensação que percorre minhas veias, palpita meu coração e me deixa com um sorriso no rosto. A cada segundo que passa, quero mais ardentemente te ter ao meu lado, não importando os percalços que a vida possa infringir. Quero percorrer ao teu lado esses milhares de quilômetros e deixar para trás o passado. Guardar as coisas boas (e as ruins) por que passei, sabendo que a somatória delas me fez o que sou.
Quando revejo o passado, penso no quanto te procurei. Em outros corpos, em outras bocas, em noites insones, nos dias de chuva. E ao te ouvir, dizendo o que sempre esperei, senti. Senti novamente o que nem esperava mais existir dentro de mim.
Quero poder dançar com você em nossa nova casa, tropeçando em caixas entreabertas, te amar em nossa cama imaculada e poder brindar a toda essa felicidade.
Enquanto escrevo, despeço-me do que houve, das antigas lembranças de tempos idos. E reservo hoje, e sempre, meu coração para ti.
Haveria no mundo pessoas tão felizes quanto nós?
Feliz próximo ano a nós e a todos!

